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Conhecer o alfabeto

        


       Com as 26 letras do alfabeto podemos escrever todas as palavras da língua portuguesa. A importância da aprendizagem do alfabeto está, sobretudo, na necessidade de o aluno identificar e saber o nome das letras. Além disso, um conhecimento básico a ser trabalhado nesse momento é a regra geral de que o nome de cada letra tem relação com pelo menos um dos “sons” da fala que ela pode representar na escrita.

       Essa relação entre nome de letras e sons é observada na maioria dos casos (a, bê, cê, dê, efe, etc.); as exceções são poucas e de uso menos frequente (h, y, w, por exemplo).

      Consequentemente, o domínio do nome das letras pode auxiliar na leitura, na compreensão da grafia das palavras.

      Isso significa que o professor deve apresentar aos alunos o alfabeto e promover situações que lhes possibilitem a descoberta de que se trata de um conjunto estável de símbolos - as letras, sejam consoantes ou vogais - cujo nome foi criado para indicar um dos fonemas que cada uma delas pode representar na escrita, representando o som das palavras que falamos. É bom que o estudo do alfabeto se faça com a apresentação de todas as 26 letras, preferencialmente seguindo a ordem alfabética, visto que muitos dos nossos escritos se organizam pela ordem alfabética.

         É importante que todas as letras estejam visíveis na sala de aula, para que os alunos, sempre que for necessário, tenham um modelo para consultar. Esse é mais um exemplo de como trabalhar simultaneamente na direção da alfabetização e do letramento.

        Conhecer o alfabeto implica, ainda, que o aluno compreenda que as letras variam na forma gráfica e no valor posicional. As variações gráficas seguem padrões estéticos, mas são também controladas pelo valor funcional que as letras têm. As letras desempenham uma determinada função no sistema, que é a de preencher um determinado lugar na escrita das palavras. Portanto, é preciso conhecer a categorização das letras, tanto no seu aspecto gráfico, quanto no seu aspecto funcional (quais letras devem ser usadas para escrever determinadas palavras e em que ordem). Apesar das diferentes formas gráficas das letras em nosso alfabeto (maiúsculas, minúsculas, impressa, cursiva), uma letra permanece a mesma porque exerce a mesma função no sistema de escrita, ou seja, é sempre usada da maneira exigida pela ortografia das palavras. Dizendo de outra maneira: mesmo variando graficamente, as letras têm valores funcionais fixados pela história do alfabeto e, principalmente, pela organização das palavras em cada língua.

          Uma das implicações do princípio de identidade funcional das letras para o processo de alfabetização é que o aluno precisa aprender que não pode escrever qualquer letra em qualquer posição numa palavra, porque as letras representam fonemas, os quais aparecem em posições determinadas nas palavras.

     É bom ressaltar que conhecer o alfabeto representa desenvolver capacidades específicas, conforme se trate de ler ou de escrever. Para ler, é indispensável a capacidade perceptiva que possibilita identificar cada letra, distinguindo umas das outras. Para escrever, além da acuidade perceptiva, é necessária a capacidade motora de saber grafar devidamente cada letra.

        Embora a unidade foco do alfabeto seja a letra, podem ser propostas atividades em que as letras sejam situadas em sílabas, em palavras e em textos. Por exemplo, diante de textos lidos - mesmo que pelo professor - os alunos podem se deter no reconhecimento das letras e de sua posição, distribuição e função nas palavras. Do mesmo modo, na tentativa de escrever - mesmo que textos simples como etiquetas, crachás, listas - os alunos poderão operar direta e produtivamente com diferentes tipos e funções das letras. Essa sugestão mostra uma das maneiras de trabalhar simultaneamente um conhecimento específico do domínio do código escrito com conhecimentos relacionados à inserção no mundo letrado (isto é, conhecimentos que incrementam o grau de letramento do aluno), como emprego útil da escrita em textos que fazem sentido para a criança.

           
Fonte de pesquisa: Pró-Letramento, Fascículo 1 - Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento

Alfabeto - Parte 2

Oláaaaaaaaaa para todos!

Hoje, estou postando o restante deste alfabeto lindinho:













Para salvar com uma resolução melhor faça o seguinte:

1) Clique com o botão direito sobre a imagem;
2) Clique na opção "abrir link em uma nova guia";
3) Após abrir a imagem em outra guia, clique nela para que fique maior;
4) Clique na imagem com o botão direito do mouse novamente; 
4) Agora é só salvar em seu computador.

Abraços a todos e um EXCELENTE domingão!!!




Treinando o Alfabeto






Atividades para trabalhar a escrita das letras.
Espero que vocês gostem, pois fiz com muito carinho!

Não saia sem comentar... ;)

Abraços

Trabalhando o Alfabeto

Selecionei algumas atividades que, na minha opinião, são muito úteis para se trabalhar o Alfabeto.
Espero que gostem e que possam aproveitar bastante...






Trabalhando Ordem Alfabética



Atividade para se trabalhar a letra inicial, som, ordem alfabética e escrita.


Quebra-cabeça (Palavra - Letra inicial - Figura)


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Abraços,
Tatiana

O uso do Alfabeto

Olá pessoal!!!


Estou, aos poucos, entrando nos eixos depois de uma longa e merecida "Licença Maternidade" e minhas tão merecidas férias!!! rsss
Nós nos acostumamos a ficar em casa e a volta a rotina escolar fica um pouco difícil, não é?


Bom, de volta ao trabalho, hoje trago uma importante matéria para nós alfabetizadores:


O Alfabeto não pode faltar!


Ferramenta indispensável nas salas de séries iniciais, o alfabeto ajuda as crianças a tirar dúvidas sobre a grafia das letras com autonomia.

Pendurado na parede desde o primeiro dia de aula, ele ocupa uma posição central na classe - de preferência, acima do quadro, no campo de visão de todos os alunos. Material de apoio precioso para um ambiente alfabetizador na Educação Infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental, é a ele que os pequenos recorrem quando querem encontrar uma letra e saber como grafá-la. Se sabem que "gato" se escreve com G, mas esqueceram o jeitão dele, é só caminhar pela sequência de letras até encontrá-lo. Se na hora de escrever "mar" bater a dúvida de quantas perninhas tem o M, a resposta também está lá. O alfabeto da classe é um companheiro permanente para quem ensaia os primeiros passos no universo da escrita.

Não espanta o consenso de que um alfabeto, organizado em cartazes ou painéis de tamanho razoável, deve estar presente em toda - sim, em toda - sala de alfabetização inicial. Afinal, ele é um precioso instrumento de consulta para as situações de escrita, uma das quatro situações didáticas mais importantes nesse processo (as outras três são a leitura pelo professor, a leitura pelo aluno e a produção oral com destino escrito, quando o professor atua como escriba). Se você leciona para pré-escola, 1º ou 2º ano, precisa dominar essas práticas.

Para que o alfabeto realmente ajude na compreensão do funcionamento da escrita, é preciso saber usá-lo. Isoladamente, ele não é nada além de uma lista de letras. Apenas mandar a garotada ler a sequência de A a Z não faz ninguém avançar na alfabetização. "Memorizar a ordem das letras é importante, mas esse saber deve ser acionado pelas crianças durante atividades de reflexão sobre a escrita", afirma Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.

Atenção, porém, antes de produzir o alfabeto da classe. Ainda são muito comuns os modelos que trazem as letras de A a Z decoradas, com figuras cuja inicial é a letra em questão. Assim, o B, por exemplo, vem adornado por uma asa de borboleta, com um contorno que se mistura ao da letra. Não é o ideal, pois a associação com desenhos confunde a criança. "Nessa fase inicial de aprendizado, ela imita a escrita e ainda não consegue determinar com clareza o que é central e o que é periférico, o que realmente faz parte da letra e o que é somente um enfeite. Por isso, qualquer elemento supérfluo acaba sendo reproduzido", argumenta Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA. O melhor é que o alfabeto seja composto de letras de imprensa maiúsculas, de contornos mais limpos e claramente identificáveis quando reunidos em palavras.


Depois que os pequenos já entenderam o que a escrita representa e como ela se organiza, aí, sim, você deve mostrar outros tipos de letra, como a de imprensa minúscula (o que vai ampliar a compreensão de livros, jornais, revistas e outros materiais impressos) e a cursiva maiúscula e minúscula (facilitando o contato com notas e bilhetes manuscritos e produções escolares). Novamente, essa etapa também pode se beneficiar da colaboração de um alfabeto pendurado na parede - dessa vez, um modelo um pouco mais sofisticado, com a letra maiúscula em destaque e os outros quatro tipos correspondentes logo abaixo.


Fonte: Revista Nova Escola

Alfabeto Divertido

Alfabeto Divertido
Férias chegando ao fim e está na hora de começarmos a pensar em algo para deixar nossa Sala de Aula mais alegre...
Nada mais prático do que um Alfabeto bem colorido, que chame a atenção dos nossos alunos!
Aqui vai uma sugestão criada pelo site www.kidleitura.com:
















Quem não conseguir salvar e estiver interessada, é só me fazer o pedido através do meu email que se encontra aqui no meu Blog.

Beijos a todas!!!!

Tati