Origami

História e benefícios para a Educação



Desde a invenção e o aperfeiçoamento do papel, os povos buscam diferentes maneiras de manipulá-los. Uma dessas maneiras é a arte de dobrar o papel, chamada de Origami. Essa técnica é originaria da China, mas foi no Japão que o origami realmente se popularizou e hoje já é considerado um patrimônio da cultura japonesa.

As primeiras instruções de como se fazer um origami só chegaram aos livros em 1797, antes disso a tradição era transmitida de mãe para filha. O primeiro livro sobre origami chamava Como Dobrar Mil Garças e foi a partir dele que a técnica do origami se difundiu; já em 1876  o ensinamento do origami passou a ser matéria obrigatória nas escolas japonesas.
arte do origami começou a ser difundida no século VIII, quando os mouros trouxeram a técnica até a Espanha. Como a religião dos mouros proibia a criação de qualquer figura simbólica, eles usavam a técnica do origami para estudar geometria.
Os diferentes tipos de símbolos construídos através do origami têm seu significado especial, por exemplo, o tsuru que é a garça, representa boa sorte, felicidade e saúde; a tartaruga quer dizer longevidade e o sapo representa o amor e a fertilidade. A lenda do origami ainda diz que quem fizer mil garças terá o desejo alcançado.
Os benefícios de se praticar e aprender o origami vão além do fato da criança e do adulto estudarem profundamente as formas geométricas e verem quantas possibilidades de símbolos podem ser formados em cada pedaço específico de papel. O origami é muito usado por quem está ainda aprendendo matemática; é um meio lúdico muito utilizado para que a criança se familiarize rapidamente com as figuras geométricas e aprenda as noções básicas de medidas.
Quem aprende origami consegue desenvolver as habilidades motoras das duas mãos, já que são necessárias o uso conjunto delas para se formar alguns símbolos; desenvolve as habilidades intelectuais e a criatividade usando todos os hemisférios do cérebro; desenvolve a memória, paciência e a atenção,  já que as regras precisam ser seguidas a risca.
No origami, enquanto as mãos se movimentam ativam os dois lados do cérebro. As zonas do tato, motora e visual estão em atividade e os sentimentos são de satisfação, orgulho e alegria ao completar uma dobradura. Outros benefícios do origami são: desenvolvimento da inteligência espacial, atenção, paciência, memória e imaginação.
Por tudo isso o origami é importante em qualquer idade e é indicado para todas as pessoas que gostam de desafios, para aqueles que querem aprender alguma coisa nova, que amam a beleza e para todos aqueles que gostam de trabalhar com as mãos.
Além de todos esses benefícios, o origami pode ser usado na educação, no desenvolvimento pessoal para ativar a criatividade, a memória, a paciência e desenvolver a auto estima. Também é usado em algumas terapias, como uma ferramenta especial para aquelas pessoas que tem problemas de articulação nas mãos.
E além de todos esses benefícios, a pessoa que trabalha com origami desenvolve o orgulho próprio e o sentimento de ela mesma ter conseguido a proeza de formar um símbolo sozinho; isso faz com que ela queira se aperfeiçoar constantemente.
Deixo alguns modelos de origami simples e que as crianças amam!




















Se você quiser outros modelos, basta acessar o marcador "Origamis" que se encontra no lado direito.
Abraços
Tatiana

Como escolher as melhores férias para os filhos


Com o fim do primeiro semestre o assunto que mais está nas conversas das crianças são as férias. Tempo para deixar de lado as preocupações escolares, de relaxar, acordar mais tarde e sair um pouco da rotina, é o que os pequenos mais desejam depois de meses de atividades, semanas de provas e boletins.
Mas quais seriam as melhores férias? Será que existem as férias ideais? Bem, nos tempos atuais o primeiro pensamento é com o bolso e o que é possível fazer para que algumas semanas não prejudiquem o orçamento familiar. A primeira tarefa é saber usar o tempo, ou seja, planejar. 
É importante a criança saber da necessidade desse planejamento e que às vezes é necessário economizar antes, para poder usufruir depois. De acordo com a idade, a criança pode ter uma noção de administração do dinheiro e saber que tudo precisa de organização. Saber que muitas vezes uma viagem não será possível, mas que é também legal passar as férias em casa e buscar diversão com as coisas que o cercam.
Para os que estão mais folgados e podem usufruir de dias distantes de casa, vale a pena sempre procurar locais que ofereçam não só entretenimento para a criançada, mas também segurança. Hotéis fazenda ou pousadas em regiões praieiras são ótimas opções quando se viaja com os menores.
O ar livre e a possibilidade de vivenciar uma atmosfera de descanso já muda a rotina da família. Nosso país tem uma costa muito rica e certamente muitas opções de praias e ótimos destinos para viajar com as crianças. Nunca esquecer da proteção solar para não causar queimadura na pele e de evitar longas horas sob forte sol em horários de grande radiação de raios ultravioletas.  Caso a viagem seja para mais distante como outro país, não esquecer o seguro viagem, importante para assegurar a família em caso de imprevistos.
É necessário saber os detalhes dos serviços do local escolhido. Hotéis que tenham programação, jogos, gincanas infantis com recreadores são bem disputados porque deixam os pais um pouco mais confortáveis já que as crianças vão sempre estar ligadas a atividades com outros hóspedes mirins.
Mesmo nas férias não deve ser descartado um horário para leitura, antes de dormir um livro ou historinha em gibis pode ser uma boa dica, nesta época a cabecinha das crianças estão mais descansadas e uma leitura é indicada também para não se desligar completamente desse tipo de atividade.

Quais as férias preferidas do seu(sua) filho(a)?

Brincando de Ensinar


Não há maneira melhor do que ensinar as crianças pequenas do que através de brincadeiras. E os pais podem brincar de serem os professores. São muitas formas de construir essa ligação em família.

Através de exercício de arte você pode deixar fluir a criatividade deles. Encoraje os desenhos, faça elogios e não critique se a criança pintou um cavalo de verde ao invés de marrom. É importante frisar que aquele pedacinho de arte, é um trabalho deles e não seu, então é louvável deixá-los livres para usar a imaginação.

Ajudar a construir a auto-estima da criança desde cedo é definitivo para a vida adulta. Através de um simples desenho, é possível valorizar o que a criança faz. Se a pintura não parece com nada que você viu em vida, ao invés de dizer espantado: “O que é isso?”, é melhor dizer: “Conte sobre seu desenho, estou curiosa.”

Mesmo que você não tenha tempo, o tempinho disponível deve ser valorizado e rico. Criança adora diferentes texturas, comprar tintas, pinceis, colas e “pintar o sete” junto com os filhos pode resultar em momentos mais valiosos do que uma tarde inteira em um shopping.

Outra maneira de exercitar o aprendizado com os filhos é através da leitura. Não há momento melhor do que um filho ou filha ouvir uma história contada pelos pais antes de dormir. Por mais que o cansaço assuma a maior parte do tempo, um leitura estabelece uma ligação forte entre a criança e quem ler para ela. A voz, a entonação, as gravuras do livro, o enredo, as personagens, tudo fica na memória. Quem não tem um livro que marcou a infância?

Esses momentos são também definitivos para investir no gosto pela leitura. Montar uma pequena biblioteca no quarto, incentivar visitas a bibliotecas e livrarias também é válido. A leitura constante só traz benefícios, enriquecimento de vocabulário, fluência na fala, além de uma escrita mais correta.

Incentive também seu filho a montar ou criar seus próprios livrinhos, colagens de gravuras, recortes de revistas, tudo é permitido para abrir espaço para a criatividade, valorize o resultado e exponha em um lugar especial da casa.

Criar histórias juntos e fazer parte delas, qual criança não gosta? É um momento também de exercitar temas como educação, respeito e obediência a regras. Brinque de dirigir e explique sobre como transportar crianças em um carro com segurança, brinque de fazer comidinhas e explique a importância de uma alimentação saudável e por que durante a merenda escolar é melhor levar uma frutinha de casa. São infinitas as alternativas.


Você brinca com seus filhos?

A arte de ensinar crianças e adultos


Uma das maiores transformações para uma criança é a entrada na escola. A primeira escola deixa marcas para toda a vida. A primeira sala de aula, a primeira professora. A hora do lanche, do recreio, novos amigos e o início de uma responsabilidade que vai durar parte da vida produtiva, que é o aprendizado escolar.

 Ensinar crianças talvez seja uma profissão que esteja na lista das que mais se exige dedicação porque além dos assuntos pertinentes a cada fase e classe, o papel da professora de ensino infantil se alarga também para outros campos. É que ela participa também da formação educacional e pessoal da criança em fase de crescimento, é o professor de ensino infantil que representa um modelo da figura adulta que não é pai e nem é a mãe.

E pessoas que escolhem fazer uma faculdade de pedagogia por exemplo, desenvolvem o gosto por este universo de mútua instrução, não só passar, mas receber conhecimento. Paulo Freire disse sabiamente que “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.

A pedagogia inclui uma metodologia que habilita o profissional a exercer a educação infantil, fundamental, orientação educacional e também supervisão e direção escolar.

Usualmente a vocação profissional ou o perfil de um candidato a esses cargos requer uma ligação com atividades de supervisão e desenvolvimento de projetos de ensino, um olhar voltado ao coletivo e individual, já que exercita a orientação de professores e educadores dentro de uma escola, além do gosto pelo universo instrutivo do saber.

Com a tecnologia e as mudanças nas formas de realizar atividades, o curso de pegagogia tem crescido também na modalidade a distância, metade dos matriculados neste curso são alunos de EAD, segundo pesquisa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Porém, a maioria já tem alguma ligação com a área antes mesmo de iniciar.

Diferente do que muitos pensam, esses cursos não são mais fáceis do que os presenciais. A parte escrita é mais exigida porque há uma demanda maior já que tem menos a comunicação oral, como nos cursos presenciais, de acordo com a docente da PUC-SP, Maria Elizabeth de Almeida.

De qualquer forma, o pedagogo que escolhe se dedicar ao universo infantil de ensino, desempenha o talento de lecionar e dar oportunidade de criar pessoas melhores. Desperta o prazer do conhecimento em uma fase de formação, que servirá para o futuro não só do aluno mas da sociedade.

Porque aprender é para toda a vida


O universo do aprendizado é uma base sólida para toda a vida. Quando o indivíduo é exposto a ricas informações e pode através delas aprender, ele exercita o enriquecimento pessoal. Uma maneira de investir nessa área é o contato direto com as fontes de conhecimento. Ler, escrever e exercitar a mente.

Muitos pais sabem desse valor e acertam quando desde a pequena infância dão oportunidade para os filhos de estarem em contato com o mundo dos livros, das historinhas, das brincadeiras lúdicas. Você dedica tempo para essas atividades com seus filhos?

Em qualquer exercício é importante a presença dos pais, mesmo que o espaço de tempo não colabore muito. Em determinadas faixas etárias, quando a criança já desenvolve um grau de autonomia esse processo vai dando espaço para observação de resultados. Um dos grandes desejos dos pais é o investimento em cursos extras, fora do currículo escolar. Desde que haja um bom senso, e não um bombardeamento de tarefas, vale a pena.

Cursos de línguas talvez seja um dos mais frequentados, com o amadurecimento é possível até ter a experiência de um intercâmbio. Que nada mais é do que um curso de línguas realizado no país cujo idioma escolhido é o oficial. O planejamento pode começar cedo, tanto no que concerne ao preparo didático, como a questão financeira.
São milhares de estudantes brasileiros que apostam nessa vivência por um determinado tempo fora do país. A partir de 12 anos é possível se inscrever em um desses programas cuja modalidade mescla aulas da língua e atividades extra-curriculares. Para essa faixa etária o intercâmbio funciona como um curso de férias.

Mas alguns especialistas defendem que a partir dos 15 o estudante está mais preparado para se adaptar, mesmo que o tempo de permanência não seja longo, uma viagem internacional demanda mais desafios. Entre os destinos mais procurados está a pequena cidade inglesa Cambridge, e claro, a capital da terra da rainha, Londres.

No entanto antes de um estudante estar pronto para enfrentar as diferenças de um outro país, é preciso uma preparação, não somente no estudo da língua escolhida - quanto mais base melhor será sua evolução na fluência; como também a autoconfiança e desenvoltura para lidar com diferentes situações em terras estrangeiras.

Por isso aconselha-se respeitar a vontade do aluno, em querer ou não participar desse contexto. Mais uma vez a relação familiar oferece ao aluno o alicerce para auto-estima e a evolução pessoal, posições significativas para tal experiência.

Cerca de 90% dos alunos que voltam de um curso no exterior revelam que o contato com outras culturas traz um novo olhar sobre o mundo.


Você gostaria que seu filho(a) estudasse no exterior?

Texto enviado por Roberta Clarissa Leite, colaboradora do site Faculdade.net