Obrigada!!!!

Agradecimentos

Em primeiro lugar, quero agradecer a todos os meus visistantes por todo carinho recebido, pelos comentários deixados e por todas as amizades conquistadas neste ano de 2008.
Por aqui passaram milhares de pessoas e, muitas delas, tornaram-se minhas amigas - mesmo que algumas virtuais- e minhas parceiras neste trabalho tão gratificante que é a Educação.

A todos vocês o meu carinho eterno!!!

Em segundo, quero deixar registrado o AMOR que tenho por este espaço que há mais de 1 ano vem sendo cultivado com muito carinho e dedicação.
Neste final de ano foi um pouco corrido para mim. Além de me dedicar a minha sala de aula tenho minha outra paixão que é o Artesanato. Então, foi um pouco aqui e outro acolá! rssssss

Porém, 2009 será uma ano de muitas novidades e já estou preparando excelentes postagens para quem acessa o Blog para pesquisa e enriquecimento de seu trabalho.
Muito obrigada por todo carinho, pelas mensagens que recebi por email (leio todos, e respondo qdo está ao meu alcance) e por me visitarem sempre.

Isso tudo me faz muito feliz!!!

Quero desejar a todos um Natal abençoado e que possamos fazer o melhor de nós sempre! Não apenas hoje, amanhã ou depois...
Mas, em todos os dias de nossas vidas!


Um grande abraço

Tatiana Sibovitz

Natal!!!

Casa em clima de festa
por: Vera Simão

"Acho lindo enfeitar a casa, retomando os significados dos símbolos natalinos. A árvore, por exemplo, é mais antiga do que o próprio cristianismo. Muito antes de existir o Natal, os egípcios levavam galhos verdes de palmeiras para casa, no dia mais curto do ano em dezembro, como símbolo da vitória da vida sobre a morte. E o costume de enfeitá-la, dizem, surgiu com os druidas, que decoravam velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades desse mesmo dia. A primeira referência a uma árvore de Natal vem do século XVI, na Alemanha, espalhando-se, mais tarde, por toda a Europa e Estados Unidos. Outro símbolo marcante dessa festa é o presépio criado quando São Francisco de Assis pediu a um artesão que criasse o primeiro cenário relembrando o nascimento de Jesus. Ele resolveu celebrar uma missa em frente ao presépio e inspirar a devoção em todos os que assistiam à cerimônia.

A mesa farta tem seu significado ligado às sociedades antigas que dispunham de poucos alimentos, principalmente a carne. Por isso, a tradição de servir peru e peixe, dividindo os alimentos entre os convidados.

Já os cartões de Natal - aqueles manuscritos cheios de emoção, que hoje infelizmente são substituídos por e-mails enviados a grupos de amigos -, tiveram início em 1849, vendidos em Londres por um artista. E os presentes, tão bem-vindos pela sociedade atual, começaram por um gesto de responsabilidade social de um homem chamado Nicolau, que colocava sacos de moedas de ouro nas chaminés dos mais necessitados.

Contei todas essas histórias para lembrar que no Natal - mais do que uma casa enfeitada, um cardápio requintado e bem-servido e a troca de presentes caros e especiais - não devemos nos esquecer dos verdadeiros simbolismos: a devoção a Jesus, a celebração da vida, a divisão do alimento, o envio de mensagens de amor e de paz e a ajuda aos necessitados. E, à meia-noite em ponto, possamos pensar em sermos ainda melhores a partir da celebração do nascimento do nosso Cristo interior"

Pensei em postar este artigo que li pois achei muito bonita a mensagem que Vera Simão quis nos passar: repensarmos melhor no verdadeiro significado desta data tão importante: celebramos o amor ao próximo.

Abraços a todos que visitam o meu Blog, e,

MUITO OBRIGADA pelo carinho!!!

Tatiana

Os Símbolos do Natal



Os Símbolos do Natal

O homem não vive sem sinais e símbolos.Seu pensar, seu conhecer, seu expressar o real e o espiritual é realizado através de símbolos. Ele transforma tudo em símbolos para ser entendido pelos outros. Assim a língua falada e escrita e as artes nas suas diversas expressões (pintura, escultura, música, dança ...) são os símbolos mais comuns.O homem se expressa simbolicamente também através da fé e da cultura, e o natal é uma expressão de fé e de cultura.Conheça melhor a grandeza dos significados dos símbolos do Natal:


Pinheiro


É a única árvore que não perde suas folhas durante o ano todo. Permanece sempre viva e verde. Foi usado pela primeira vez pela rainha da Inglaterra Elizabete e por ocasião do dia 25 de Dezembro , quando oferecia uma grande festa e recebia muitos presentes . Não podendo recebê-los todos pessoalmente pediu que fossem depositados em baixo de uma árvore no jardim.Origina-se daí, igualmente, o costume depositar os presentes em baixo da árvore. Árvore verde também trás a esperança , a alegria e a vida nova . O verde constante do pinheiro, a vida permanente e plena que Jesus Cristo aparece.



Bolas Coloridas que enfeitam a árvore
Simbolizam os frutos da "árvore vida" ou seja, Jesus Cristo.


O Presépio


Um dos símbolos mais comuns no Natal dos países católicos é a reprodução do cenário onde Jesus Cristo nasceu: uma manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria, José e o Menino Jesus.O costume de montar presépios surgiu com São Francisco de Assis, que pediu a um homem chamado Giovanni Villita que criasse o primeiro presépio para visualizar, sensibilizar, facilitar a meditação da mensagem evangélica, do, conteúdo, do mistério de Jesus Cristo que nasce na pobreza, na simplicidade. São Francisco, então, celebrou uma missa em frente deste presépio, inspirando devoção a todos que o assistiam.


Papai Noel


Ele foi inspirado no bispo Nicolau, que viveu e pontificou na cidade de Myra, Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos.Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo. Nos Estados Unidos, a tradição do velhinho de barba comprida e roupas vermelhas que anda num trenó puxado por renas ganhou força.A figura do Papai Noel que conhecemos hoje foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista Harper's Weeklys, em 1881.

O Cartão de Natal

A prática de enviar cartões de Natal surgiu na Inglaterra no ano de 1843. Em 1849 os primeiros cartões populares de Natal começaram a ser vendidos por um artista inglês chamado William Egly.
Independentemente da sofisticação, beleza e simplicidade, os cartões são símbolos do inter-relacionamento do homem. O ser humano é comunicação, é relacionamento. A dimensão dialogal, de comunhão, de empatia vem expresso pela palavra escrita. Ao falarmos em palavra, nos vem à mente o prólogo do evangelho de São João: Cristo é o Verbo, a Palavra criadora, unificadora e salvadora de Deus (Jo 1,1-5).

Os Presentes



Existem muitas origens para este símbolo. Uma delas conta que São Nicolau, um anônimo benfeitor, presenteava as pessoas no período natalino. Outra tradição mais antiga, lembra os três reis magos que presentearam Jesus. O dia e o motivo de dar e receber presentes varia de país para país.
A origem dos presentes por ocasião do final do ano tem origem pagã e que a tradição cristã foi aos poucos assimilando. Os romanos, há mais de 1500 anos, tinham o costume de enviar presentes aos amigos no início do ano novo. Tal hábito coincidia aos festejos ao deus Janus (um deus bifronte, que olhava para o ano que terminava e para o que começava) e, talvez as origens do nosso reveillon e outras comemorações de fim de ano. Esta festa complementava a festa do sol (25 de dezembro).Com o crescimento do cristianismo essas festas foram ganhando sentido cristão: Cristo é o Sol que ilumina o caminho dos homens; Ele é o Senhor da História; é o grande presente de Deus à humanidade.Dar presente é uma maneira muito palpável de demonstrar a solidariedade e bondade humana em dar sem interesse de receber. É vivenciar de maneira simples e ínfima a imensa e infinita bondade de Deus.

Canções de Natal

A Igreja católica sempre deu muita importância para o valor da música. As primeiras canções natalinas datam do século IV e são cantadas até hoje na véspera de Natal.


A Comida

O Natal significa comida na maior parte do mundo cristão. O simbolismo que o alimento tem na mesa no dia de Natal vem das sociedades antigas que passavam muita fome e encontravam em algum tipo de carne - o mais importante prato - uma forma de referenciar à Deus e à Jesus. Geralmente era servido porco, ganso - mais tarde substituído por peru, e peixe. Uma série de bolos e massas são preparados somente para o Natal e são conhecidos por todo mundo.


A Estrela

A estrela na sociedade humana esteve sempre ligada como "bússolas naturais" das pessoas. Hoje os aparelhos de navegação evoluíram de tal forma que as estrelas se tornaram apenas ornamentos no céu, objeto de estudo. Contudo durante milhares de anos eram elas as responsáveis em guiar os navegadores pelos mares e os viajantes pelos desertos. Eram elas que indicavam a direção, o sentido, o porto seguro. A estrela guiou os três reis magros Baltazar, Gaspar, Melchíor - desde o oriente até local onde nasceu Jesus para que pudessem presentea-lo com ouro, incenso e mirra , é lembrada hoje pelo enfeite que é colocado no topo da árvore de Natal. E Jesus Cristo é a Estrela Guia da humanidade. Ele é o caminho, o Sentido, a Verdade e a Vida.

Os Magos

"Eis que uns magos chegaram do Oriente a Jerusalém perguntando: 'onde está o rei dos Judeus, que acaba de nascer? ... viemos adorá-lo, '... Eis que a estrela que tinham visto no Oriente, ia-lhes à frente até parar sobre o lugar onde estava o menino ... e o adoraram. Abriram seus cofres e lhe ofereceram ouro, incenso e mirra"(Mt 2,1-12).Não eram reis e sim sábios, estudiosos, mas o que isto importa? A mensagem é mais forte que esse detalhe. Esta narração tão plástica e viva, enriquecida posteriormente com aspectos lendários, como o nome dos três (Melchior, Gaspar e Baltazar), traz duas grandes mensagens teológicas: - Cristo não veio apenas para os Judeus, mas para redimir toda a humanidade, Ele é o polo para o qual convergem todas as raças.- A segunda grande mensagem está relacionada aos presentes oferecidos pelos magos: ouro, incenso e mirra. O evangelista Mateus expressa por esses símbolos a fé vivenciada pelos primeiros cristãos: Cristo é Rei dos Reis (daí o ouro), é filho Deus (o incenso) encarnado (a mirra).


A Vela



Por milhares de anos, até a descoberta da energia elétrica há 100 anos, a vela, a lamparina ou lampião a óleo, as tochas foram as fontes de luz nas trevas noturnas. A minúscula chama afugentava as trevas, a escuridão dando segurança e calor. Por isso na antigüidade alguns povos chegaram a cultuar o fogo como divindade. Jesus Cristo é a luz que ilumina nosso caminho: "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8,12). E "vós sois a luz do mundo ... não se acende uma candeia para se pôr debaixo de uma vasilha, mas num candelabro para que ilumine todos os da casa. É assim que deve brilha vossa luz"

(MT 5,14-16).

Fontes: Sites Diversos - Internet.

:) Atividades em CD

Atividades em CD


Alfabetização:

-Português - 90 páginas de atividades com todas as letras do Alfabeto, Sílabas, Textos (leitura e interpretação) e sílabas complexas.

- Atividades para Produção de Texto - 63 páginas

- Leitura e Interpretação de Textos – 41 páginas

- Atividades Variadas – 160 páginas

- Matemática -153 páginas de atividades envolvendo numerais, probleminhas, numerais ordinais, dúzia, dezena e unidade, adição e subtração, sistema de medidas, entre outras.

III Período (5 anos)

455 páginas de Atividades envolvendo todas as letras do Alfabeto (Cruzadinhas, Caça-Palavras, etc...) numeração decimal de 0 a 9, noções de unidade e dezena, adição e subtração e situações problemas, atividades trabalhando identidade, corpo, higiene, alimentação, os sentidos, família, histórias infantis, água, meios de comunicação, plantas, pequenos textos, etc.


No Mundo da Poesia ( P/ crianças na Alfabetização)

- São 54 páginas envolvendo 14 poesias e atividades de interpretação e gramática básica para a Alfabetização, tais como:
Rimas, compreensão de texto, plural, separar e organizar sílabas simples e complexas, organizar e formar frases, entre outras.


Atividades Extras (510 páginas)

- Atividades que envolvem os conteúdos de Ciências e Geografia/História
Animais, plantas, seres vivos, órgãos dos sentidos, trânsito, meios de comunicação e transporte, moradia, profissões, datas comemorativas, entre muitas outras.


Todas as atividades são para a criança colorir, ou seja, não são ilustrações coloridas.
As poesias também são ilustradas e as atividades que acompanham cada uma são bem diversificadas.

Para maiores informações, entre em contato através do email:

tatiana_sibovitz@yahoo.com.br

Dia da Consciência Negra

"Dia da Consciência Negra"
retrata disputa pela memória histórica
Preservar a memória é uma das formas de construir a história. É pela disputa dessa memória, dessa história, que nos últimos 32 anos se comemora no dia 20 de novembro, o "Dia Nacional da Consciência Negra". Nessa data, em 1695, foi assassinado Zumbi, um dos últimos líderes do Quilombo dos Palmares, que se transformou em um grande ícone da resistência negra ao escravismo e da luta pela liberdade. Para o historiador Flávio Gomes, do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a escolha do 20 de novembro foi muito mais do que uma simples oposição ao 13 de maio: "os movimentos sociais escolheram essa data para mostrar o quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais. Foi também uma luta pela visibilidade do problema. Isso não é pouca coisa, pois o tema do racismo sempre foi negado, dentro e fora do Brasil. Como se não existisse".

Construindo o "Dia da Consciência Negra"

Há 32 anos, o poeta gaúcho Oliveira Silveira sugeria ao seu grupo que o 20 de novembro fosse comemorado como o "Dia Nacional da Consciência Negra", pois era mais significativo para a comunidade negra brasileira do que o 13 de maio. "Treze de maio traição, liberdade sem asas e fome sem pão", assim definia Silveira o "Dia da Abolição da Escravatura" em um de seus poemas. Em 1971 o 20 de novembro foi celebrado pela primeira vez. A idéia se espalhou por outros movimentos sociais de luta contra a discriminação racial e, no final dos anos 1970, já aparecia como proposta nacional do Movimento Negro Unificado.

A diversidade de formas de celebração do 20 de novembro permite ter uma dimensão de como essa data tem propiciado congregar os mais diferentes grupos sociais. "Os adeptos das diferentes religiões manifestam-se segundo a leitura de sua cultura, para dali tirar elementos de rejeição à situação em que se encontra grande parte da população afro-descendente. Os acadêmicos e os militantes celebram através dos instrumentos clássicos de divulgação de idéias: simpósios, palestras, congressos e encontros; ou ainda a partir de feiras de artesanatos, livros, ou outras modalidades de expressão cultural. Grande parte da população envolvida celebra com sambão, churrasco e muita cerveja", conta o historiador Andrelino Campos, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Para a socióloga Antonia Garcia, doutoranda do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é importante que se conquiste o "Dia Nacional da Consciência Negra" "como o dia nacional de todos os brasileiros e brasileiras que lutam por uma sociedade de fato democrática, igualitária, unindo toda a classe trabalhadora num projeto de nação que contemple a diversidade engendrada no nosso processo histórico".

Diferente do 20 de novembro o 13 de maio perdeu força em nossa sociedade devido a memória histórica vencedora: a que atribuiu a abolição à atitude exclusiva da princesa Isabel, aparentemente paternalista e generosa Isabel, analisa o historiador Flávio Gomes. Pesquisas recentes têm recuperado a atuação de escravos, libertos, intelectuais e jornalistas negros e mestiços para o 13 de maio, mostrando como este não se resumiu a um decreto, uma lei ou uma dádiva. Esses estudos também têm resgatado o significado da data para milhares de escravos e descendentes, que festejaram na ocasião.
São poucos os locais onde se mantêm comemorações no 13 de maio. No Vale do Paraíba, no estado de São Paulo, o 13 de maio é dia de festa. "Não porque a princesa foi uma santa ou porque os abolicionistas simpáticos foram fundamentais, mas porque a população negra reconhece que a Abolição veio em decorrência de muita luta", diz Gomes. Albertina Vasconcelos, professora do Departamento de História da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, também lembra que a data é celebrada em vários centros de umbanda na Bahia como o dia do preto-velho e que moradores antigos do Quilombo do Bananal, em Rio de Contas, Bahia, contam que seus pais e avós festejaram o 13 de maio de 1888 com muitos fogos e festas.

Na opinião de Vasconcelos "é importante comemorar, não para contrapor uma data a outra, os heróis brancos aos heróis negros, mas porque é necessário tomarmos consciência da história que está nessas datas, que traz elementos da nossa identidade". Para a pesquisadora, assim seria possível contribuir para desmistificar toda a construção ideológica produzida sobre o povo negro.

O 20 de novembro trata da data do assassinato de Zumbi, em 1665, o mais importante líder dos quilombos de Palmares, que representou a maior e mais importante comunidade de escravos fugidos nas Américas, com uma população estimada de mais 30 mil. Em várias sociedades escravistas nas Américas existiram fugas de escravos e formação de comunidades como os quilombos. Na Venezuela, foram chamados de cumbes, na Colômbia de palanques e de marrons nos EUA e Caribe. Palmares durou cerca de 140 anos: as primeiras evidências de Palmares são de 1585 e há informações de escravos fugidos na Serra da Barriga até 1740, ou seja bem depois do assassinato de Zumbi. Embora tenham existido tentativas de tratados de paz os acordos fracassaram e prevaleceu o furor destruidor do poder colonial contra Palmares.


Retirato do site: www.comciencia.br